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soutodaamor

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Um livro lido e outro por ler

Hoje andei pelo Frog a actualizar-me acerca das novidades dos meus Bloguezinhos favoritos. 

E depois de ler este "Will & Will" e de como a Magda escolhe um livro lembrei-me de partilhar aqui a minha ultima aquisição literária e outra que já adquiri á algum tempo mas só agora ando a deitar o olho em forma de leitura.

Andei com falta de tempo para os livros, durantes ME-SES!

Algo que não me lembrava de acontecer desde que comecei a juntar o p+a+i= pai, ou seja desde os meus saudosos anos de infância.

Em Setembro tive finalmente férias e nem foi tarde nem foi cedo... 1º dia oficial de relax e lá fui eu, toda gaiteira, adquirir um livro daqueles com muuuiiiitttaaassss folhas para ler (não me perguntem quantas porque não me lembro). A escolha não foi fácil, porque eu nunca tenho ideia do que quero ler. Sou daquelas que na hora vejo o que me apetece, vou vendo os títulos, lendo as contra-capas e o género vejo na altura.

Ora, depois de ter três á minha frente e de andar com eles ali ás voltas optei por este

                           Imagem retirada da Internet

 

Já o li, e digo-vos que me manteve expectante do inicio ao fim.

"A carta do marido dizia:“Para ler apenas após a minha morte.” Mas ele estava vivo. E escondia um segredo aterrador. Cecilia encontrou a carta acidentalmente. Na penumbra do sótão, soube de imediato que não devia lê-la. Que devia devolvê-la ao seu esconderijo, fingir nunca a ter encontrado e respeitar a vontade do marido. Afinal amava John-Paul. Juntos, tinham três filhos e uma vida sem sobressaltos. Argumentos que de pouco serviram perante a sua curiosidade crescente. E quando começou a ler, o tempo parou. A confissão de John-Paul fulminou-a como um raio, dividindo a sua vida em dois: o antes e o depois da carta. Cecilia vai ficar agora perante uma escolha impossível. Se o segredo do seu marido for revelado, tudo o que construíram será destruído. Mas o silêncio terá um efeito igualmente devastador. Porque há segredos com os quais não se pode viver…"

Enquanto o lia, pus-me muitas vezes no "lugar" da Cecilia a pensar no que faria se descobrisse um segredo assim tão terrível.

Querem saber qual é?!

ISSO É QUE ERA BOM!

Vão á livraria mais próxima e comprem-no, suas Pessoas que aposto que estão tão curiosas como eu fiquei na altura 

Findo "O segredo do meu marido" impunha-se ler outro porque as férias ainda não tinham terminado.

Mas gastar dinheirinho noutro é que nem pensar, sua Amor desgovernada que tem tanto livro lá na estante a ganhar pó e sem sentir o toque dos seus dedos!

Foram umas 2 horas para escolher entre os que andam lá por casa.

Decidi-me por um que me tem feito soltar gargalhadas onde quer que o esteja a ler... no sofá, com o Maridão a olhar para mim e a querer saber o que se passa e eu partilho a leitura com ele, que vai sorrindo, no carro sozinha enquanto almoço... 

                          Imagem retirada da Internet

"A apresentadora de televisão Kim Lange encontra-se no melhor momento da sua carreira, quando sofre um acidente e morre, esmagada pelo urinol de uma estação espacial russa. No Além, Kim dá-se conta de que, ao longo da sua vida, se limitou a acumular mau Karma: enganou o marido, descurou a sua filha e amargurou a vida de todos os que a rodeavam. Descobre então o seu castigo: está num formigueiro, tem duas antenas e seis patas… é uma formiga! Kim não tem a mais pequena vontade de continuar a arrastar migalhas de bolos depois de ter passado a vida a evitar os hidratos de carbono. Além disso, não pode permitir que o marido vá afogar as mágoas da sua perda com outra. Só lhe resta, por isso, uma saída: acumular bom Karma, para ascender na escala da reencarnação e voltar a ser humana. Mas o caminho para deixar de ser insecto e se converter num bípede é duro e está pejado de contratempos."

Fiquem com dois excertos do livro que, na minha opinião, é hilariante:

«O dia da minha morte não teve graça nenhuma. E não foi só porque morri. Para ser mais exacta, isso ficou mais ou menos em sexto lugar no ranking dos piores momentos do dia. No quinto lugar, ficou o instante em que Lilly olhou para mim com olhos sonhadores e me perguntou:
– Mama, por que não ficas em casa? Hoje é o dia dos meus anos! Ao ouvir isto, veio-me à cabeça a seguinte resposta: «Se há cinco anos eu soubesse que o teu aniversário havia de coincidir um dia com a entrega dos Prémios TV, tinha tentado que nascesses antes. E de cesariana!»
Mas limitei-me a responder-lhe em voz baixa:
– Oh, querida, tenho tanta pena.»

«Ao chegar ao primeiro degrau do podium parei e dei-me conta de que notava algo de diferente. Algo arejado. E não tão apertado atrás. Levei discretamente a mão ao rabo. O vestido tinha-se rasgado!
E isso não era tudo: para caber no vestido, não tinha vestido cuecas.
Estava a mostrar o cú a mil e quinhentos famosos! E a trinta e três câmaras de televisão! E a seis milhões de espectadores que estavam em frente ao televisor!» (O segundo momento mais miserável do dia.)»

 

Um e outro, aconselho vivamente!

 

 

 

 

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