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soutodaamor

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Coisas estranhas que acontecem na minha presença #6

Ora bem!

Continuamos na saga das lost childs!

Mas isto anda tudo maluco ou quê?!

Perdem-se assim os filhos, e nem se mostra um arzinho de preocupação nem nada?!

JÁ SEI!

Eu é que não sou uma mãe normal!

Porque o normal é não se stressar. Manter-se impávida e serena.

Ora eu que sempre fui histérica e panicosa (de pânico, ok?!) sou uma perfeita anormal!

Cada vez me convenço mais!

“Sim, Amor… Mas contas ou não??!!”

Eh pah! Calma!... Que já lá vou, suas Pessoas Impacientes!

Então depois desta, a de ontem foi:

Eu, na praia, em excelente companhia (abracinho M. J. {#emotions_dlg.blink}).

E diz ela “Olha!.. Esta menina anda perdida!”

E eu olho. E vejo uma criança, que não teria mais de 6 aninhos, a correr em modo desespero e a gemer “Mamã! Mamã! Mamã!” ininterruptamente.

Ficamos a “analisar” a situação.

1º porque a menina corria numa só direcção.

2º porque achamos que a mamã estava por ali.

3º…     JÁ NÃO HOUVE!

Levantamo-nos e fomos ter com a criança, que já não estava sozinha, porque já outro senhor e a filha se tinham apercebido da situação.

A menina estava desorientada. Sabia que iam ao parque, mas primeiro iam um bocadinho “á água”. Que a mãe tinha vestida uma camisola preta mas não se lembrava do que fazia pandã com a dita. Que iam ao parque pintar num livro de colorir e que até tinham uma caneta na mão. Não conseguia situar o local onde estavam quando se perdeu.

Entretanto chamou-se os nadadores-salvadores.

Que lhe perguntaram o nome. “Augusta”.

E lá foram com ela.

E nós, ficamos por ali a tentar localizar a mãe. Á procura de uma senhora em estado histérico e panicoso.

E ás tantas, dizem-nos “Já a encontraram!”

E realmente localizaram os progenitores. Um casal. Impávido e sereno. Com os sapatos na mão a dirigirem-se á criança a passo de caracol. Pelo areal. E ao aproximarem-se, nem um abracinho, nem um aconchego, nem uma beijoca, NEM NADA! Meia duzia de palavras e lá foram eles... molhar os pézinhos na água salgada. Que é tão bom.

E pronto.

Eu fiquei feliz pela Augusta.

Mas cheguei a uma dura conclusão...

A MÃE-ANORMAL SOU EU!!!

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